sexta-feira, 11 de maio de 2018

Homenagem as Mães


Esse ano o CEI Lenira Jurema de Magalhães homenageou as mães das crianças da creche através de um passeio ao Zoológico de Fortaleza, cujo nome é "Sargento Prata" e localiza-se na rua Prudente Brasil, nº 685, no bairro Passaré, fone: 31052001. O horto municipal, também localiza-se no mesmo endereço e os telefones são: 31052003 ou 31052004.














Alugamos um ônibus com a contribuição de todos que foram ao passeio.













Inicio: A entrada ao zoológico.


Foi um evento que teve como objetivos:

  • Homenagear às mães  através de um passeio lúdico com seus filhos;
  • Promover interação entre as crianças, as mães, a equipe docente;
  • Ampliar as relações sociais entre as pessoas que participaram do passeio;
  • Oportunizar o conhecimento do local, a observação dos animais;
  • Conhecer alguns animais selvagens;
  • Oportunizar a brincadeira no parquinho, a apreciação da natureza num lugar amplo, bonito e que tem muito verde;
  • Promover alegria, diversão, prazer, expressão de afetividade e atenção entre as crianças e suas mães.


jacaré
















tucanos



avestruz

urubu rei





Depois das crianças passearem com as mães observando os animais, nos reunimos para o piquenique. Lanchamos minidog, bolos e sucos.




















Em seguida foi a vez de aproveitar o parquinho, brincar, correr, 
apreciar a natureza, o verde das plantas.


















































 Mãe, palavra sublime. Mulher em forma de flor, 
cuja a bondade se exprime em doses de puro amor.

      Mãe, é ternura e emoção. 
É a mais suave expressão do amor que nunca encerra.


Mãe, seja jovem ou idosa, na alegria e na dor.
Tu és a mais bela rosa do reino de nosso Senhor.



Vejam como é bonito o espaço onde funciona o zoológico e o horto de Fortaleza!!










































Nosso passeio aconteceu na sexta-feira, dia 11/05/18. Saímos da creche as 8h, chegamos as 09h, horário que abre o zoológico e retornamos as 10:30.










Chegamos 11:40 na creche.




Nesse dia as crianças almoçaram junto as suas mães.












As mães ganharam como lembrancinha um porta-jóia. Compramos caixinhas em  MDF e as crianças pintaram com guache e colaram pedrinhas de bijouteria.






















A professora Rosilane orientou as crianças também na confecção de cartões com formas geométricas.







Feliz dia das Mães!!
























segunda-feira, 7 de maio de 2018

Cadê Minha Mamãe?


Todo dia é dia de mãe, principalmente para as crianças pequenas da creche, mas nesse mês de maio resolvi enfatizar a relação mãe e filho através da contação de uma história. Utilizei um livro com recursos de pop-ups (recurso que dá movimento às ilustrações). Livro “Pintinho” – Bichos divertidos. Não li o texto deste livro, mas utilizei as gravuras para brincar com as crianças envolvendo-as na brincadeira de procurar a mãe do pintinho. Mudei a voz e fiz as onamatopéias imitando os sons dos animais da fazenda de maneira a chamar atenção das crianças para reconhecerem o barulhinho que cada animal faz. Foi de improviso, baseando-me nas gravuras para fazer a contação, mas aproximou-se muito da historinha do livro  “Cadê Minha Mamãe?”, de A. J. Wood e Rachel Williams da Brinque-Book que conta a história de um pintinho que, ao acordar, percebeu que a Mamãe Galinha tinha sumido. Ele a procura por toda a fazenda. Será que ela está na lama com o porquinho bacana? E aí pedi ajuda das crianças para encontrar a mamãe Galinha. No final todos ficaram felizes com o encontro.


































quinta-feira, 26 de abril de 2018

Visita dos Índios da Tribo dos Tapebas na Creche

Dia 26 de abril recebemos a nossa creche a visita de alguns índios da tribo dos Tapebas.
Eles conversaram com as crianças, falaram sobre o costume de pintar o corpo, trouxeram e mostraram colares, cocás, brincos, arco e flecha, instrumentos musicais, dançaram e depois convidaram as crianças para dançarem com eles.
Foi muito bom recebê-los !















sexta-feira, 20 de abril de 2018

A Lenda da Vitória régia

Reunimos todas as turmas no pátio falamos sobre os índios, seus costumes, mostramos alguns alimentos, objetos e artesanatos criados por eles.






Depois, para contar a lenda da Vitória régia, usamos o painel do flanelógrafo e gravuras pintadas, com velcro colado no verso.






Vitoria-régia feita com caixa de pizza e a flor com papel crepom

A lenda da vitória-régia é uma lenda brasileira de origem indígena tupi-guarani. Utilizadas para trabalhar o imaginário infantil e disseminar a cultura indígena e, consequentemente, brasileira. 

A LENDA DA VITÓRIA-RÉGIA



Em uma tribo indígena, havia uma linda moça (cunhatã, para os índios), uma indiazinha muito bonita e vaidosa que se chamava Naiá. 
Naiá vivia se arrumando pra ficar linda como a natureza.

Ela adorava todas as coisas da floresta. 
Gostava dos peixes que nadam nos rios, das borboletas que voam, do sol que esquenta o dia, e das nuvens que faz chover refrescando a terra, 
























mas o que Naiá mais gostava entre todas as coisas da natureza era de jaci, a lua. Naiá gostava de todas as fases da lua. De quando ela crescia feito um queijo redondo, de quando ia diminuindo, diminuindo até ficar bem fininha. Naiá nunca se cansava da beleza de jaci.


Certa vez o pajé contou uma história impressionante. Contou que a lua algumas vezes quando se apaixonava por uma índia vinha buscá-la em noite de lua cheia. Então, ao despontar no céu por trás das montanhas, majestosa, bem grande e cheia, escolhia uma índia de sua preferência e levava para si a moça e a transformava em estrela para enfeitar o firmamento.


Naiá ficou deslumbrada com a história, vivia sonhando com este encontro e mal podia esperar pelo grande dia em que seria chamada por Jaci.
O pajé alertava Naiá dizendo que quando a lua levava uma moça, essa jovem deixava a forma humana, virava uma estrela no céu e não voltava mais para a aldeia. No entanto Naiá não se importava, já que era totalmente apaixonada pela lua. Naiá queria porque queria ser levada pela lua. Ela gostava tanto de jaci que fazia de tudo pra tentar chegar mais perto. Todas as noites, perambulava pela floresta atrás da lua, subia nos lugares altos como as montanhas, subia nas árvores, mas sem nunca alcançá-la.














A lua parecia não notá-la, e a jovem índia se entristecia, definhava, não queria mais comer, nem beber, só admirar a lua, sonhando com o encontro, sem desistir. Tão obcecada, que os conselhos do pajé e dos índios não adiantavam.
Numa noite em que a lua estava cheia e o luar estava muito bonito, clareando toda a mata. Naiá sentou para descansar à beira de um lago, e viu a lua refletida no meio das águas. 



Acreditou que a lua tinha descido a terra para se banhar, ficou feliz e disse: Óh jaci, até que enfim veio me buscar! Então, sem pensar, ela pulou nas águas em direção à imagem da lua,


nadou, nadou, mergulhou e cada vez mais entrava nas profundezas do rio. Quando percebeu que era só uma ilusão já era tarde demais, ela não conseguiu mais voltar e acabou se afogando.
Comovida pela situação e pela paixão da bela jovem índia, a lua resolveu transformar a moça em uma estrela diferente de todas aquelas que brilham no céu. Transformou-a numa "Estrela das Águas", transformou na – Vitória-régia.


Essa planta tem uma flor perfumada e branca que só abre à noite como se fosse estrela, para ser iluminada pela luz da lua e na manhã seguinte ao nascer do sol desabrocha rosada.