terça-feira, 15 de maio de 2018

Dia da Família no CEI - Atividades no período da manhã

Dia 15 de maio foi realizado nas creches e escolas da PMF o dia da Família na escola.
Antes mesmo de chegar o dia as crianças prepararam os convites para entregar os pais.


















No nosso CEI realizamos o evento em dois momentos.
Logo na entrada os pais foram convidados a passarem um tempo 
com os filhos na sala da criança para uma atividade lúdica.

A Turminha do Infantil 1 realizou algumas dinâmicas:
As mães sentaram no tapete, as professoras colocaram um pouco de hidratante na 
palma da mão das crianças e elas massagearam suas mamães.


















Depois as professoras vendaram os olhos das mães e elas tinham 
que descobrir quem era seu filho (a):








Na Turminha do Infantil 2 - As mães foram convidadas a ouvirem a leitura 
de uma história feita pela professora Gabriela juntamente com seus filhos
 e depois ao som de música pintaram com guache um painel:





Livro usado pela professora para contar a história e promover a conversa













Painel Coletivo feito pelas e crianças e as mães
Na Turminha do Infantil 3 - A professora Rosilane convidou as mães para dançarem com seus filhos duas músicas da Lu Chamusca:

"Barquinho"



Fechou

Abriu
Fechou
Abriu
Botei meu barquinho no mar,
no mar, no mar, no mar...
Eu remava assim, assim, assim...
Chuá, chuá, chuá, chuá...


"Quero ver o corpinho assim fazer"


        Quero ver Quero ver

    O corpinho assim fazer
(Bis)
Faz com os braços asas de Pato
Quack, Quack, Quack,
Quack, Quack, Quack, Quack!
Bate o pé quem usa sapato
Tá, Tá, Tá,
Tá, Tá, Tá, Tá!
Com a boquinha assanhada
Há, Há, Há,
Há, Há, Há, Há!
Dá uma boa gargalhada
Há, Há, Há,
Há, Há, Há, Há!
Com a cabeça faz um SIM
Faz Não, Não, Não,
Não, Não, Não, Não!
Com os dedinhos toca assim
Dão, Dão, Dão,
Dão, Dão, Dão, Dão!
Que gulosa a barriga
Enche, Enche de comida!
Que gracinha a poupança
Dança, Dança, Dança, Dança!
E o que faço com essas pernas?!
Corre e pega um colega!!!
E o que faço com o colega?!
Roda, Pula e escorrega!!!




A ÁRVORE QUE DAVA DINHEIRO Histórias de Pedro Malasartes



No dia 15 de maio fizemos o "Dia da Familia no CEI" e dentre várias atividades, 
as professoras: Rosilane, Gabriela, Rita e Ana Lice, apresentaram aos pais 
o teatro dessa história do personagem "Pedro Malasartes"



NARRADOR — Malasartes, um caipira muito matreiro, gostava de morar aqui e acolá nas cidades do sertão. 


Certa manhã acordou bem cedo com uma idéia para ganhar a vida. 

Pediu ao vendedor de mel um bocadinho de cera; 












passou na mercearia de Seu Joaquim e trocou a única cédula de dinheiro que lhe sobrara, 50 reais, por uma cédula de 20, uma de 10, duas de 5 e o resto por moedas e caiu na estrada.  



            







(Os personagens fazem a encenação destas cenas acima falando de improviso)

Caminhou por uma légua ou mais, chegando perto da casa do seu Ambrósio, um velho muquirana, ambicioso, que não ajudava ninguém e sonhava em ser o homem mais e rico e poderoso da cidade.
Malasartes chegou ao pé de uma árvore na beira da estrada, parou e pôs-se a pregar na árvore todo dinheiro que tinha com a cera que arranjara e esperou o velho passar.


Não demorou muito, apareceu o velho na estrada. E Malasartes tratou de falar alto pra chamar sua atenção.


MALASARTES — Ah se eu pego esse empregado que não está aguando a minha árvore de dinheiro!
NARRADOR — O velho aproximou-se e curioso, perguntou:


VELHO — Ei senhor, que negocio é esse de árvore de dinheiro?
MALASARTES — É sim! Minha árvore é encantada. As suas frutas são dinheiro legítimo. O senhor nunca viu uma árvore de dinheiro?


VELHO — Não, nunca vi!
MALASARTES — Já faz tempo que eu tenho. Ela dá um trabalhinho porque tem que adubar de vez em quando e regar.
NARRADOR — E continuou resmungando:
MALASARTES — Ai, se eu pego o Mané! Como estou com raiva porque não está aguando direito! Resultado, olha a safra mixa que deu!
— Eu tou acostumado a ver essa árvore dá nota de 500, agora só está dando de 20, de 10, de 5 e umas moedinhas!


VELHO — Mas como pode? Dinheiro dá em árvore?!

MALASARTES — Dá sim! O senhor não esta vendo? Veja, pegue as notas e as moedas, verifique!

NARRADOR — E o velho pegou nas notas, observou e ficou matutando admirado com as notas que eram realmente de verdade.

MALASARTES — Mas dessa vez deu pouco dinheiro e de baixo valor, porque aquele preguiçoso do meu empregado não aguou direito e eu estou muito aborrecido!

— E tem mais! Comigo é assim, se começa a me desagradar, eu passo pra frente!
— Também estou colhendo todo dinheiro, porque vou me bandear pra outra terra e não tô pensando em levar a árvore, pois tenho medo que ela morra, além dela sofrer ao ser arrancada para ser replantada na minha nova morada, a viagem vai ser longa e demorada.

VELHO — Não me diga isto, sô!

MALASARTES — É o que eu lhe digo, patrão!

VELHO — Diacho! Não seja por isso, o senhor não quer vender esta árvore pra mim?

MALASARTES — Depende! O senhor sabe que é uma árvore rara, muito difícil de encontrar, mas se o patrão pagar bem, que mal tem?

VELHO — E por quanto vende?
MALASARTES — Por um saco de moedas de ouro!

VELHO — Mas é muito caro!
MALASARTES — Que nada! Se aguar direito, numa safra já paga o gasto e ainda tira lucro!
NARRADOR — O velho achando que iria ficar milionário fechou o negocio e entregou o saco de moedas para Malasartes, que em seguida, bateu pé na estrada.
O velho mandou alguns de seus peões retirarem, com todo o cuidado, a árvore encantada e a replantou no pomar do seu sítio. Daquele ano até hoje, está esperando ela dar dinheiro.